Quando tocar na TV

Sim, esse título vem de uma música do Cueio Limão, o primeiro single do terceiro cd deles. Até um tempo atrás, queria fazer uma coluna falando sobre músicas legais, tipo, a letra passa uma mensagem legal? Então vale um texto, mas com a dificuldade de hoje em dia, arrumar tempo e palavras, melhor anexar essa idéia à coluna VidaHC, que estava bem parada ultimamente.

Bem, pra começar, deixo claro que isso é minha opinião, e estou expondo-a. Considero o hardcore um estilo anti-pop, não sei se essa expressão seria a mais apropriada, mas encaixa bem ao que eu quero dizer. Considero o hardcore um estilo que não se toca em rádios (não incluo aqui rádios independentes, digo dessas que tocam sertanejo, axé e NxZero). Ele foi feito para suprir a necessidade de quem não quer estar junto com todo mundo, ser igual a todo, e sim ser diferente, mostrar seu estilo.

Um dia, se não me engano, li uma matéria em que um produtor dizia que uma banda, após ser contratada por uma gravadora, tinha que estar com suas músicas bem trabalhadas, para que o público goste, afinal, ela se torna um produto, e precisa ser vendido. Sim, bandas de HC fazem sucesso, se destacam, e vão para gravadoras, mas como já tinha comentado no primeiro texto dessa coluna, o Iniciação HC, a maioria das bandas quando são contratadas e deixam de ser independentes, mudam o som, que pode ter influências no original, mas não é aquele estilo puro quanto antes. Uma das bandas que mudou um pouco seu estilo depois que foi para uma gravadora, foi o Dead Fish. Uma vez, conversando com o Tony, do Gritando HC, a gente estava comentando isso, que eles se conhecem, e que sabia como tudo era por trás da cena, dos panos, sobre você vender, lucrar e tudo mais. Falar nisso, o Gritando HC é uma banda que admiro, eles são hardcore de verdade, embora com uma grande pegada punk, mas estão aí. Quem diria, que na inauguração do Hangar 110, o CPM 22 abriu um show pra eles, e depois, conquistaram tudo que conseguiram, e hoje estão meio desaparecidos né? Continuar a Ler »

Rock Estrada Cine

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Rock Estrada Dead Fish

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

Parte 6

Resenha do Poket Show do ForFun em Brasília

Era para ser um Poket Show, pelo menos eram o que esperavam os fãs brasilienses da banda carioca ForFun, porém não foi isso que foi presenciado pelos fãs na última apresentação da banda. Os fãs começaram a chegar por volta de 16h no lugar do show para garantirem lugar, mesmo sabendo que o show estava marcado para as 19h30m, mas nada que atrapalhasse afinal, fã é fã e fica o tempo que for necessário em qualquer lugar e situação para poder ver seu ídolo. Cheguei no shopping por volta de 19h e estava abarrotado de gente. Dei uma volta e fui para frente da loja. Quando entrei no corredor em que fica localizado a FNAC até assustei, pois não imaginava aquela quantidade de pessoas, dentre elas muitos emos, o que não entendi muito bem o que ia acontecer, afinal ForFun há alguns anos atrás poderia até ser considerada harcore, mas enfim. Entrei na loja e já pensei comigo mesmo isso não vai dar certo, preciso achar o JP logo, tirar as fotos pro site e ir embora porque tem muita gente aqui, porém não era possível, pois havia muita gente dentro e outras separadas por uma barreira.


No jeitinho bem brasileiro fui pedindo licença até que consegui chegar a tal barreira que era feita por vendedores, imagina a situação agora, não tinha segurança o suficiente para atender o evento e colocaram os vendedores para separar a galera que ainda queria entrar. Não precisa ser nenhum técnico ou especialista em segurança pra ver que não vai dar certo não é?! Perguntei para um dos seguranças se havia entrada para imprensa e ninguém sabia me dizer, fazer o que né? O jeito foi esperar no meio do povão, de emos, de crianças e mães. De repente uma gritaria começou e quando vi havia uma menina desmaiada atrás dos rapazes que faziam a segurança, as amigas apenas gritavam sem saber o que fazer, bom o tumulto foi grande que não sei nem dizer quem ajudou a menina. Outro grito veio bem mais forte e de repente eu consegui escutar um baixo e uma voz, era a banda entrando no palco e de inicio mandaram Sol e Chuva uma das faixas do mais recente trabalho deles, Polisenso.

Continuar a Ler »

O Plágio

Começa hoje um novo trabalho, que promete ser um divisor de águas dentro do cenário. Estaremos usando esse espaço para informar. Divulgaremos bandas novas, materiais recentes e claro, vamos avaliar o que já temos exposto nas vitrines do nosso cenário. Se você gosta de bandas novas, é daqueles que entram no myspace de suas bandas preferidas e ali procuram bandas similares ou mesmo, é um daqueles que passa horas simplesmente “caçando” bandas novas no Orkut ou em outros sites, você vai se tornar um adepto dessa coluna.

Aguarde nossa primeira edição, que já promete chegar batendo de frente com um tópico muito discutido na mídia, e que, não é diferente no independente: “O PLÁGIO”.

Confiram a primeira edição do Por Dentro do Cenário.

O PLÁGIO

Todo mundo um dia ao ouvir uma música já teve a sensação de que conhecia aquela musica de algum lugar, ao reparar com um pouco mais de atenção, certificou-se de que não se tratava de uma musica conhecida, mas sim de um “plágio”. Nesse primeiro post tentaremos explicar e entender o verdadeiro significado de PLÁGIO. Pra começar, o que é plágio (tecnicamente falando)? O plágio é o ato de assinar ou apresentar uma obra intelectual de qualquer natureza (texto, música, obra pictórica, fotografia, obra audiovisual, etc.) contendo partes de uma obra que pertença à outra pessoa sem colocar os créditos para o autor original. No ato de plágio, o plagiador apropria-se indevidamente da obra intelectual de outra pessoa, assumindo a autoria da mesma.

O processo de composição musical é muitas vezes demorado, cansativo, pois ele é feito de detalhes e esses detalhes acabam desgastando o músico, muitas vezes ainda no meio do processo. Alguns acabam usando do “plagio” para completar algumas canções, outros, já agem da forma oposta, ao conhecer uma música pela qual se identificam, acabam “roubando” influencias muitas vezes mudando detalhes básicos como, timbres ou mesmo uma simples nota musical, o que ajuda a disfarçar.

É comum ouvirmos uma música e automaticamente associá-la a outra, só não é aceitável que isso seja feito de forma intencional. Atitude essa que já foi usada por muitas bandas, mas que até hoje nunca foram provadas.

Já foram descobertos e citados, plágios de diversas bandas, dentre elas: CINE, RESTART, HEVO 84, NX ZERO, FRESNO, CHARLIE BROWN JR e muitas outras, porem, nenhum deles provados. As bandas sempre buscam se defender quanto a essa acusação, mas às vezes um simples refrão traz à tona a duvida em todos que o ouvem.

Cuidado com o que ouve, busque sempre conhecer as influências de suas bandas, pois muitas vezes  plágio surge dali.

Vídeo de plágios bem famosos: “top 20 plágios”

Acessem: http://www.youtube.com/watch?v=IKL3OW3FmpI